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ERGONOMIA – Ciência do conforto e da Qualidade de Vida, muito além da NR17
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ERGONOMIA – Ciência do conforto e da Qualidade de Vida, muito além da NR17

Ergonomia deixou de ser só a NR17. Ergonomia vai MUITO ALÉM DA NR17

Investir na melhoria dos ambientes de forma geral não é apenas uma exigência legal, um capricho ou um modismo, mas sim uma exigência de vida.  Muito além das exigências legais e sociais do mercado, o entendimento da importância da ERGONOMIA no dia a dia de todos é uma realidade e uma necessidade.

Com o uso da informatização, das tecnologias e mídias cada vez mais precoce e com a mudança do perfil do trabalho no século XXI, as queixas de saúde mais comuns também sofreram alterações.

Dizemos que a modernização tem uma via de duas mãos e precisamos cuidar para que possamos minimizar os malefícios dessas modernizações, contrabalançando e entendendo cada movimento, para que se minimize o risco de cada atividade.

Há de se imaginar o quanto aumentaram os problemas musculoesqueléticos e outros, como distúrbios de visão e audição (que também fazem parte da Ergonomia), visto que apenas em uma avaliação ocupacional, segundo o estudo Saúde Brasil 2018, produzido pelo Ministério da Saúde, o total de registros de Lesão por Esforço Repetitivo (LER) e de Distúrbios Osteomusculares. Relacionados ao Trabalho (Dort) cresceu 184% entre 2016 e 2017, saltando de 3.212 casos para 9.122. Mulheres de 40 a 49 são as mais atingidas com profissionais da indústria, comércio, alimentação, transportes e serviços no topo da lista.

Ainda, em suas estatísticas e pesquisas, o Ministério da Saúde, no estudo Saúde Brasil 2018 – Uma análise da situação de saúde e das doenças e agravos crônicos: desafios e perspectivas, não considera que as LER/Dort são causadas apenas pelo trabalho. De acordo com a classificação proposta por Schilling, elas seriam um fator de risco ou aquilo que provoca um distúrbio latente ou agrava uma condição preexistente. Resumindo podemos concluir que o Risco da LER/DORT é contínuo, no dia a dia e assim deve ser entendido e prevenido.

Para Schilling, essas patologias surgem quando há uma predisposição do próprio corpo, somada a fatores ambientais e gerais tais como:

-Más condições do local ou seja, trabalho, casa ou lazer : Piso, iluminação, temperatura, angulações, organização, etc;
-Posturas inapropriadas para execução das atividades;
-Formas incorretas para realizar as tarefas;
-Jornadas de trabalho excessivas;
-Condições de stress e hiperatividades;
-Falta de análise aos limites corporais.

No aspecto ocupacional, a Norma Regulamentadora 17 estabelece os parâmetros mínimos que as empresas devem seguir para adaptar as condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, proporcionando um máximo conforto, segurança e desempenho. São aspectos relativos ao manuseio de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos, às condições ambientais e à própria organização do trabalho ou seja, as práticas que reduzem ou minimizam os riscos durante a jornada de trabalho.

Falando em ergonomia de forma geral para a vida de cada um, sem considerar as exigências trabalhistas e sim as exigências da SAÚDE e da QUALIDADE DE VIDA, o que deve ser considerado?

Quem está sujeito a problemas ósteo musculares?

O uso de computadores e de tecnologia estão a cada dia mais presente, desde as idades mais tênues.

Observem: Cerca de 24,3 milhões de crianças e adolescentes, com idade entre 9 e 17 anos, são usuários de internet no Brasil, o que corresponde a cerca de 86% do total de pessoas dessa faixa etária no país. A informação consta na pesquisa TIC Kids Online Brasil 2018, divulgada hoje (17) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

 
 
 

Tinhamos antes que a Ergonomia era a epidemia  do século e isso agora vai muito além.

As condições ideias de iluminação e visão também fazem parte do estudo ergonômico que caminha lado a lado com a medicina.

A Miopia cresce entre as crianças devido ao uso de computadores e smartphones. Apontada como a epidemia do século pela Organização Mundial da Saúde, a miopia é mais comum entre os pequenos que não se desligam dos aparelhos eletrônicos. Uma pesquisa do Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) — TIC Kids On-line — revela que cerca de 69% das crianças e adolescentes do Brasil, na faixa dos 9 aos 17 anos, utilizam a internet mais de uma vez por dia.

No Centro-Oeste, o índice ultrapassa a média brasileira e chega a 74% — é a região em que as crianças são mais conectadas, ao lado do Sudeste, segundo o estudo. ACESSE O E-BOOK

Reportagem bastante interessante veiculada pela revista Correio Brasiliense divulga e alerta sobre  a pesquisa acima – Miopia cresce entre as crianças devido ao uso de computadores e smartphones – Apontada como a epidemia do século pela Organização Mundial da Saúde, a miopia é mais comum entre os pequenos que não se desligam dos aparelhos eletrônicos.

 

Como dissemos, a NR17 estabelece parâmetros ocupacionais. E na vida, como estabelecer esses parâmetros? Acredito que, agora, as Boas Práticas de Ergonomia para a vida de todos devem ser criadas!

Vamos trabalhar esse tema?

OsnyTelles OrselliCélia Wada

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