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Ivermectina no tratamento da DENGUE
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Ivermectina no tratamento da DENGUE

Antes de falarmos sobre Ivermectina x DENGUE, vamos dar algumas breves explicações sobre a DENGUE:

O que é a DENGUE?

É uma doença infecciosa febril aguda, que pode se apresentar de forma benigna ou grave, dependendo de vários fatores. É uma doença causada por um vírus. Portanto, é uma virose.

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas ARBOVIROSES, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. Esses insetos, que se alimentam de sangue humano e podem, no caso da dengue, o inseto vai transmitir o vírus pela saliva.

Qual o vírus da DENGUE?

O vírus da dengue é classificado no meio científico como um arbovírus, os quais são transmitidos pelos mosquitos. O vírus da dengue é chamado DENV e pertence à família Flaviviridae. Até o momento são conhecidos quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4, que apresentam distintos materiais genéticos (genótipos) e linhagens. Os quatro sorotipos podem circular juntos e causar o mesmo quadro clínico.

Como é transmitida essa virose para o homem?

Através da picada de um mosquito que transmite o vírus pela saliva.

Quem é o transmissor do vírus da DENGUE?

No Brasil, o transmissor ou vetor do vírus da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti.

Em outros locais, em menor extensão, também é transmitida pelo Aedes albopictus.

A espécie Aedes, é originária do Egito e é responsável pela transmissão das arboviroses urbanas mais comuns do país: dengue, chikungunya e zika.

Seu tamanho inferior a um centímetro e suas listras brancas no tronco, cabeça e pernas parecem esconder sua alta capacidade de transmissão de doenças.

Como acontece essa transmissão do vírus?

A transmissão do vírus segue um ciclo humano-mosquito-humano. Quando uma fêmea do mosquito Aedes infectada com DENV pica uma pessoa, ela introduz o DENV e inicia o ciclo dentro do ser humano.

Não há transmissão pelo contato direto com um doente ou suas secreções, nem por meio de fontes de água ou alimento.

Como é a evolução da DENGUE?

Após se picado pelo mosquito, o período de incubação costuma ser de 3 a 10 dias, embora varie dependendo de fatores ambientais, como a temperatura.

A doença começa então a se desenvolver.

Como já mencionado, não há transmissão pelo contato direto com um doente ou suas secreções, nem por meio de fontes de água ou alimento.

Quais são os sintomas da DENGUE?

A infecção por dengue pode ser assintomática, apresentar quadro leve com poucos sintomas ou apresentar sintomas mais graves que chamamos de “sinais de alarme” dependendo de vários fatores. Normalmente começa apresentando febre alta (acima de 38°C), dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele, desconforto muscular, náuseas, vômitos e falta de apetite. Os “sinais de alarme” incluem dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes, sangramento de mucosas e hipotensão postural (tontura ao levantar). Nesses casos é necessária a internação do paciente. Em casos graves, pode causar sangramento, falência de órgãos e morte.

Em casos graves, é necessária a internação do paciente.

Quando aparecem os “sinais e alarme”?

Os “sinais de alarme” aparecem na chamada fase crítica da doença – entre o quinto e sétimo dia após o início dos primeiros sintomas. Mesmo um paciente diagnosticado com a doença em sua forma leve, a chamada dengue clássica, pode evoluir para a grave, também conhecida como hemorrágica.

O que predispõe o paciente a evoluir para uma forma grave?

Em primeiro lugar, como em todas as viroses e outras infecções, o que determina se um paciente vai apresentar a forma grave da doença ou não é a resposta imunológica dele ao vírus. O estado imunológico do paciente é um fator determinante, como em quase todas as viroses.

Outros fatores devem ser levados em conta tais como se ele tem alguma comorbidade como cardiopatias, problemas renais, diabete, seu estado de inflamação corporal, hábitos alimentares, entre outros

Outro agravante, e quando o paciente está fazendo uso de medicamentos anticoagulantes. Na fase grave da patologia, a infecção começa a destruir plaquetas responsáveis pela coagulação, daí o paciente passa a ter sangramentos, o que caracteriza que a dengue clássica evoluiu para a hemorrágica. Os sangramentos normalmente são na gengiva, ou através do vômito, urina ou fezes.

Os anticoagulantes aceleram ainda mais essa “dificuldade de coagulação”.

Qual o tratamento para a DENGUE?

Na Dengue como em outras viroses, geralmente, não tem tratamento. O que é feito é tentar fazer com que o organismo se fortifique e destrua o vírus.

Várias recomendações são feitas  para melhoria do organismo tais como: Recomenda-se muita hidratação, com água e soros orais, o que faz com que o organismo de hidrate além de repor sais minerais.

Em que locais do mundo existe a DENGUE?

Esses mosquitos são encontrados em áreas tropicais e subtropicais de todo o mundo. Os mosquitos Aedes se reproduzem na água parada, como recipientes com água, piscinas não utilizadas, pneus velhos etc.

Embora a doença incida, predominantemente, em áreas tropicais e subtropicais da América, Ásia e África, nos últimos anos tem sido observado um aumento significativo em áreas mais temperadas, como a Europa.

Em 22/12/2023, a OMS chamou atenção para o fato de que a dengue tem se espalhado para países onde historicamente não circulava

Como está o Brasil em relação a dengue:

Em 2023, o Brasil  liderou o número de casos de dengue no mundo, com 2,9 milhões registrados, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os casos são mais da metade dos 5 milhões registrados mundialmente.

Em 2022, foram registrados 2,8 milhões de casos de dengue só no continente americano, o que representa um número quase duas vezes maior em relação às 1,2 milhão de notificações registradas em 2021.

Agora, em 2024, o Brasil registrou uma explosão no número de casos de dengue nas duas primeiras semanas deste ano, com 55.859 casos prováveis da doença e seis mortes devido a complicações causadas por ela.

Esse número é mais do que o dobro do registrado no mesmo período de 2023, quando foram contabilizados 26.801 casos prováveis da doença e 17 óbitos. Os números são do Ministério da Saúde.

Podemos identificar qual a hora mais “perigosa” para ser picado pelo mosquito? Que horas o mosquito da dengue mais pica? É diferente do pernilongo comum?

SIM os hábitos, as características visuais e o comportamento dos mosquitos são diferentes apesar de ambos se alimentarem de sangue humano.

Sabemos que o Aedes aegypti que é o transmissor da dengue, chikungunya e zika e o pernilongo comum (Culex) estão entre as principais pragas urbanas no mundo.

Além do aspecto físico, podemos falar 2 diferenças básicas:

Uma diferença básica entre os dois mosquitos é que o horário de ação: o Aedes aegypti é diurno e o pernilongo comum é noturno.

Outra diferença é o local da procriação: o Aedes aegypti procria em água limpa e o pernilongo comum procria em águas sujas ou seja, com matéria orgânica.

 

NOTA: este artigo é a tradução do artigo científico – IVERMECTIN IN THE PROPHYLAXIS AND TREATMENT OF DENGUE

 

Como é a estrutura do vírus da DENGUE?

ESTRUTURA DO VÍRUS DA DENGUE

Os estruturais são a proteína do capsídeo (C), a proteína da membrana (M) e Enrole (E).

As proteínas não estruturais (NS) são NS1, NS2A, NS2B, NS2B, NS3, NS4A, NS4B e NS5.

Como é a resposta imunológica na infecção primária?

A glicoproteína E é a que apresenta maior exposição ao vírus; foi observado que a imunidade contra DENV é mediada principalmente por anticorpos neutralizantes contra a referida proteína, embora também em menor grau contra prM, C e não estruturais. A proteína NS1 ganhou relevância em investigações recentes como uma proteína altamente imunogênico.

Inicialmente, quando a infecção se estabelece, há resposta com secreção de interferons (IFN) do tipo I, além de ativação do sistema complemento.

Paralelamente, pelo reconhecimento das células apresentadoras de antígenos e das células infectadas, é produzido um estímulo aos linfócitos Natural Killer, e a formação de de uma complexa cascata defensiva.

O que é o aumento da permeabilidade capilar e extravasamento?

A permeabilidade capilar característica dos quadros clínicos graves causados ​​pela Dengue tem um origem multifatorial. Há evidências que sugerem que há ativação endotelial, com vacuolização e fissuras nas junções interendoteliais, como consequência da infecção por DENV 1.

A condição do endotélio per se desempenha um papel importante devido à imunidade citotóxica direcionada às células infectadas, com conseqüente apoptose ou necrose que favorece a ruptura da integridade capilar.

A função do glicocálice é a seleção restritiva de moléculas, de acordo com sua carga, tamanho e forma.

A tempestade de citocinas gera modificação do glicocálice e das junções oclusivas, favorecendo a hiperpermeabilidade e eventual vazamento capilar.

Além disso, durante a dengue podem ser observadas hipoalbuminemia e proteinúria, que juntamente com o aumento da permeabilidade do glicocálice favorecem o extravasamento de líquidos.

Todos esses processos juntos são responsáveis ​​pela formação de terceiros espaços (ascite, derrame pleural) e edema (intestinal, pulmonar, cerebral) e consequentemente hipoperfusão tecidual.

Por que a Trombocitopenia e homeostase da coagulação são prejudicadas?

A trombocitopenia é um fenômeno consistente em episódios clínicos leves e graves.

É principalmente devido a dois mecanismos.

A primeira é a supressão da medula óssea (que também explica parte da leucopenia), e segundo, o efeito autoimune por reação cruzada com anticorpos contra a proteína NS1.

A NS1 tem a capacidade de se ligar à protrombina diminuindo sua ativação e causando alteração da hemostasia da coagulação além de poder desencadear a transdução de sinal em algumas células aumentando assim a secreção de citocinas e gerar um maior estado pró-inflamatório.

Como é a ação da Ivermectina na DENGUE?

Conceitos básicos sobre Ivermectina

A ivermectina é um antiparasitário (endodecticida), com propriedades nematicidas e ectoparasiticidas.

É uma lactona macrocíclica derivada das avermectinas, um grupo de agentes antiparasitários endodecticidas altamente ativos isolados por fermentação do microrganismo do solo Streptomyces avermitilis.

Foi descoberto em 1960 no Japão por Satoshi Omura.

Em 1981, William C. Campbell iniciou os estudos que permitiram seu uso veterinário.

Ambos receberam o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina em 2015.

Em 1985, os franceses demonstraram a sua utilidade na oncocercose em África.

Foi aprovado em 1997 pelo FDA para estrongilíase e sarna crostosa, em pacientes com AIDS.

A ivermectina é um análogo semissintético da Avermectina B1a (Abamectina).

É composto por uma mistura contendo pelo menos 80-90% de 22,23-diidroavermectina B1a e 10-20% de 22,23-diidroavermectina B1b.

Os dois homólogos (B1a e B1b) diferem apenas por um grupo metil (CH2).

A ivermectina é 22,23-diidroavermectina B1.

Várias avermectinas são conhecidas hoje:

  • Ivermectina
  • Abamectina
  • Doramectina
  • Moxidectina
  • Emamectina
  • Nemadectina
  • Eprinomectina
  • Selamectina

De todos eles, o único indicado e testado em humanos é a Ivermectina.

A ivermectina é um pó cristalino branco a branco amarelado, insolúvel em água, mas solúvel em metanol e etanol a 95%.(8)

Na Medicina Humana tem sido utilizado em crianças a partir dos 5 anos de idade, para o manejo de ecto e enteroparasitoses.

A ivermectina é geralmente bem tolerada e as reações adversas são geralmente menores e raras.

A maioria das reações adversas tem sido associada ao tratamento da filariose que pode estar relacionada a uma reação imunológica devido à morte dos parasitas, como ocorre com a reação de Mazzotti na oncocercose.

Em um estudo duplo-cego, randomizado e controlado por placebo em 68 adultos, foram testadas doses de ivermectina de 30 a 60 mg três vezes por semana em um grupo e 90 a 120 mg em dose única em outro grupo, sem efeitos colaterais significativos. ser observada, demonstrando a tolerância e segurança do medicamento.

Precauções pediátricas

A maioria dos estudos recomenda não usar Ivermectina em crianças que pesem menos de 15 quilos ou que tenham menos de dois anos de idade, uma vez que a barreira hematoencefálica pode estar menos desenvolvida do que em crianças mais velhas.

Porém, em outros estudos, a Ivermectina foi utilizada a partir de um ano de idade ou em crianças com peso superior a 10 quilos sem efeitos colaterais significativos.

Muitos estudos demonstraram que a segurança e eficácia da administração de ivermectina em crianças são semelhantes às observadas em adultos.

Precauções geriátricas

Não existem muitos estudos que incluam pacientes com mais de 65 anos; entretanto, no tratamento de pacientes geriátricos com escabiose que foram tratados com terapias tópicas convencionais sem melhora, a Ivermectina oral pôde ser utilizada com sucesso e com efeitos colaterais mínimos que poderiam ser atribuídos ao uso da medicação.

Por via oral e em humanos, não atravessa a barreira hematoencefálica.

É contraindicado na gravidez.

Recentemente, foram compilados seus efeitos virucidas sobre flavivírus: Dengue, Zika, Chikungunya, etc.

O vírus Chikungunya (CHV) é um arbovírus do gênero Alphavirus, que infectou milhões de pessoas desde seu ressurgimento na última década.

Para testar a eficácia de cerca de 3.000 compostos, foi utilizada uma réplica estável do HCV incluída numa linha celular BHK, com uma luciferase utilizada como repórter.

A ivermerctina (EC% = 0,6 microM) inibiu a replicação viral de maneira dose-dependente.

Eles também foram activos contra o flavivírus que causa a malária.

Em estudos realizados em animais de criação, a administração de ivermectina provocou a morte dos mosquitos que os infectam, de forma dose-dependente.

Isto é aplicável aos mosquitos dos gêneros Anopheles, Culex e Aedes.

O estado atual da ivermectina continua a surpreender e entusiasmar os cientistas.

Foi confirmado que a ivermectina está intimamente relacionada ao sistema imunológico, atuando como agente imunomodulador.

Reutilização e reposicionamento de ivermectina

Foi demonstrado que controla toda uma nova gama de doenças.

Por exemplo, miíase orbital, triquinose, malária, leishmaniose, tripanossomíase africana, asma, epilepsia, doenças virais (por exemplo, vírus da imunodeficiência humana [HIV], dengue, encefalite), doenças bacterianas (tuberculose e úlcera de Buruli), doenças oncológicas (mama câncer, leucemia, glioblastoma, câncer cervical, câncer gástrico, câncer de ovário, câncer de cólon, melanoma e câncer de pulmão).

A ivermectina pode tornar-se um medicamento excepcional no futuro, pois pode ser eficaz para:

doenças (diabetes, hipercolesterolemia, resistência à insulina, obesidade, hipertrigliceridemia e hiperglicemia).

Doenças mediadas pelo receptor farnesóide X NR1H4 (aterosclerose), fígado gorduroso, colestase e cálculos biliares, inflamação e câncer.

Vírus como HIV, Citomegalovírus Humano (HCMV), Vírus Epstein-Barr (EBV), Papilomavírus Humano (HPV), etc.

Ivermectina e Dengue

A ivermectina já demonstrou sua eficácia na redução da carga viral da dengue, de forma dose-dependente.

A ivermectina tem um efeito antiviral comprovado contra outros vírus de RNA de fita simples, como dengue ou febre amarela, contra os quais conseguiu inibir sua replicação in vitro.

Além disso, possui um papel imunomodulador que é interessante avaliar, pois se constatou que um dos grandes problemas do vírus da dengue é a imunoamplificação.

O desaparecimento do quadro clínico – quando administrado precocemente – ocorre em menos de 72 horas.

Da mesma forma, indivíduos que recebem doses profiláticas de MIV não contrairão dengue, mesmo quando inoculados pela picada do mosquito Aedes, o que confirma o efeito viricida do composto.

Além do mais, estes mosquitos morrerão após tal picada, a uma taxa 6 vezes maior do que o seu ciclo de vida normal.

Isto foi observado em animais de criação, que receberam MIV para evitar doenças transmitidas por mosquitos (Culex, Anopheles, Aedes, etc.).

Dada esta descoberta, o efeito foi replicado em voluntários humanos, com igual sucesso.

Yang S et al., identificaram que a molécula de ivermectina pode impedir que fatores importantes do ciclo de replicação viral entrem no núcleo; por exemplo, no caso do HIV, observou-se que a ivermectina inibe a entrada da integrase no núcleo celular.

Na dengue, a ivermectina pode inibir a entrada da proteína NS5 da dengue no núcleo do hospedeiro.

Posteriormente, estes investigadores relataram o ponto preciso de impacto da ivermectina. Para evitar a passagem da integrase e da NS5 para o núcleo celular, a ivermectina teria como alvo uma proteína hospedeira, localizada no citoplasma das células, a proteína IMPα/ß1, responsável pelo transporte dessas moléculas para o núcleo da célula. célula hospedeira.

ESQUEMA DE PROFILAXIA COM IVERMECTINA

MIV (Ivermectina), 0,3 mg por Kilo de peso, após refeição rica em gordura.

Repita este esquema duas vezes por semana.

HIDRATAÇÃO É FUNDAMENTAL!

ESQUEMA DE TRATAMENTO COM IVERMECTINA

CASOS – DOSE-  FREQUÊNCIA – DURAÇÃO

Casos Moderados – MIV (Ivermectina) 0,4 mg por kilo de peso uma vez ao dia durante 5 dias, sempre após refeição rica em gordura.

Casos Graves  – MIV (Ivermectina) 0,6 mg por kilo de peso uma vez ao dia durante 7 dias, sempre após refeição rica em gordura.

SEMPRE COM HIDRATAÇÃO!

CONCLUSÕES/RECOMENDAÇÕES

A dengue e suas doenças arbovirais relacionadas (Zika e Chikungunya) continuam a aumentar nas Américas.

O peso económico que implicam é cada vez maior, assim como o número de vítimas mortais (não perdíveis em termos monetários).

Não houve – até o momento – nenhuma medida de proteção além da remoção de lixo e do uso de repelentes.

A chegada ao local de A. albopictus reduziu a eficácia dos cuidados peridomiciliares, bem como a incidência sazonal.

A ivermectina já foi testada – com sucesso – neste tipo de patologia.

Seu uso é econômico, sua resposta é extremamente satisfatória (tanto na profilaxia quanto no tratamento) e sua segurança foi comprovada em bilhões de doses administradas em outros continentes.

Por tudo isso, destacamos o uso da ivermectina (de acordo com os esquemas propostos acima), para superar este flagelo.

NOTA: este artigo é a tradução do artigo científico

 IVERMECTIN IN THE PROPHYLAXIS AND TREATMENT OF DENGUE

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Material enviado por Dra. Célia Wada

3 Comments

  1. Carlos Oscar

    Ministério da saúde deveria conhecer este artigo

  2. Omar Fayad

    qual a eficácia na dengue e quais os resultados dos testes ou tratamentos, se a própria empresa que produz a ivermectina contesta e não recomenda para o tratamento da dengue e COVID?

    1. Dra. Célia Wada

      Omar
      Leia atentamente os trabalhos científicos…vai entender bem.
      Evidente que a empresa não vai “dizer” que o medicamento é feito para Dengue e COVID…é um antiparasitário..
      Medicamento barato, seguro e antigo…
      Nós, APENAS, informamos sobre os trabalhos científicos feitos.
      Use quem quiser ou, se preferir, como foi dito no COVID….fique em casa e espere…

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